[Rodin]
Mostrando postagens com marcador Imagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Imagem. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Espérer, Mon Amour - II
[Image: Leonid Afremov - Date On The Bridge ]
meu silêncio contundente,
quanto mais me sinto em sua pupila,
mais conten[ta]ção em (re)vê-lo.
Um dia, ainda, digo o que tanto calo.
Um dia, ainda, digo o que tanto calo.
sábado, 8 de janeiro de 2011
(Des)Afetos!
Ah, (des)afetos!
A quantas andas a nossa frente, tanto mais (des)razão proporciona:
o espelho em que te olhas, refletirá apenas o ego(ismo)?
Travis Millard - Crying Guys (2008)
sábado, 6 de novembro de 2010
Espérer, Mon Amour
[Image: Leonid Afremov - Hayku by Me]
o silêncio que cala
o amor que te guardo
um dia, quem sabe, te falo
sábado, 4 de setembro de 2010
Não foi, não será (III)
Ao não te amar,
ao contrário do que poderia imaginar,
a dor da perda se fez muito maior.
sábado, 3 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Materialidade da Alma
"há coisas que me são
sem explicação
al(gu)ma"
sem explicação
al(gu)ma"
Imagem: Jaume Plensa
Le voleur de mots I

Imagem: Jaume Plensa
Shiny TS Eliot II
Shiny TS Eliot II

Imagem: Jaume Plensa
Sans titre XIX
sábado, 21 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Amor não se diz...
Imagem: Gustave Klimt, The KissAmor Fran, Amor não se diz. Amor se tem, se é. Amor próprio para começare terminar o final do dia sorrindo. Amor que nos excede, esse sim, dedicado as emoções compartilhadas: boas, mais ou menos, ruins. Amor não é idealizações, pois concreto, por mais platônico que se possa parecer. Amor não vive apenas de sorrisos, é muito mais. Amor Fran, está além do clichê "amei e fui amada", como se isso dissesse alguma coisa de fato sobre o amor. Fran, o amor é inteligível e do mais apenas experiências que nos permitem compreender a maturidade do vir-a-ser de nós, dos sentimentos, do outro. Amor não se diz Fran... amor simplemente amor.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Sal-dade
Carlos Cerrulla
Sabe,
às vezes
[mentira, sempre]
eu sinto
saudade,
são tantas efemeridades temporais que não cabem a qualidade das relações
sobram sal-dades
sal das distâncias [in]transponíveissal das realidades tão contemporâneas
transformando a saudade tão salgada
sal das pós-modernizantes ferramentas faláciosas de aproximação
eu aqui e você aí, num total desencontro tempo-espaço
superada somente por aquela saudade da distância mesmo
quando os corpos estão unidos
Enfim, minhas saudades salgadas são poesias vãs
no ínfimo desejo de dizer que sinto sua ausênciano meu cotidiano,
nas rodas de conversanas discussão tão formativas
nas curvas das letras que leio e no risco da palavra q escrevo
somente para anunciar o quão importante você se faz
no meu caminhar e que faltam passos simultâneos
na estrada que seguimos no horizonte
Que a distância desta saudade,circunscreva atalhos para conversarmos resencialmente
desatando o salgado desta saudade e
brindando a saúde da amizade.
às vezes
[mentira, sempre]
eu sinto
saudade,
são tantas efemeridades temporais que não cabem a qualidade das relações
sobram sal-dades
sal das distâncias [in]transponíveissal das realidades tão contemporâneas
transformando a saudade tão salgada
sal das pós-modernizantes ferramentas faláciosas de aproximação
eu aqui e você aí, num total desencontro tempo-espaço
superada somente por aquela saudade da distância mesmo
quando os corpos estão unidos
Enfim, minhas saudades salgadas são poesias vãs
no ínfimo desejo de dizer que sinto sua ausênciano meu cotidiano,
nas rodas de conversanas discussão tão formativas
nas curvas das letras que leio e no risco da palavra q escrevo
somente para anunciar o quão importante você se faz
no meu caminhar e que faltam passos simultâneos
na estrada que seguimos no horizonte
Que a distância desta saudade,circunscreva atalhos para conversarmos resencialmente
desatando o salgado desta saudade e
brindando a saúde da amizade.
sábado, 30 de junho de 2007
[Imagem: Irisz Agocs] vertendo seu único olho pela janela
com o pé em cima da janela
Ela ficava olhando pela janela
O dia inteiro o olho, o pé, a janela
em cima embaixo pelos lados da janela
Ela ficava olhando pela janela
um dia ela cansou de olhar e fechou a janela
mas era dura e não fechava a janela
Ela ficava olhando pela janela
às vezes tentava mas logo
esquecia da janela
que sempre aberta com um olho e um pé a janela
Ela ficava olhando pela janela
até que um dia seus pensamentos
dissociaram a janela
que caiu inteiriça, e era uma caída janela
Ela ficava olhando pela janela
que não era, nem existia como janela:
Ela ficava olhando pelo buraco"
Ana Cristina César
Assinar:
Postagens (Atom)











